O galo que logrou a raposa
Um velho galo matreiro, percebendo a aproximação da raposa, empoleirou-se numa árvore. A raposa, desapontada, murmurou consigo: “... Deixa estar, seu malandro, que já te curo!...” E em voz alta:
-Amigo, venho contar uma grande novidade: acabou-se a guerra entre os animais. Lobo e cordeiro, gavião e pinto, onça e veado, raposa e galinha, todos os bichos andam agora aos beijos, como namorados. Desça desses poleiros e venha receber o meu abraço de paz e amor.
-Muito bem! –exclamou o galo. Não imagina como tal notícia me alegra! Que beleza vai ficar o mundo, limpo de guerras, crueldades e traições! Vou já descer para abraçar a amiga raposa, mas... como lá vem vindo três cachorros, acho bom esperá-los, para que eles também tomem parte da confraternização.
Ao ouvir falar em cachorros, dona raposa não quis saber de histórias, e tratou de pôr-se a fresco, dizendo:
- Infelizmente, amigos Có-ri-có-có, tenho pressa e não posso esperar pelos amigos cães. Fica para outra vez a festa, sim? Até logo. E rapou-se.
Com esperteza, - esperteza e meia.
Interpretação
1-Em “Um velho galo matreiro, percebendo...” – a palavra sublinhada significa:
A) ( ) notando
B) ( ) adivinhando
C) ( ) supondo
D) ( ) prevenindo
2- Em ...”percebendo a aproximação da raposa...” – apalavra sublinhada pode ser substituída por:
A ( ) proposta
B ( ) intenção
C ( ) voz
D ( ) chegada
3- E “empoleirou-se numa arvore” – a palavra sublinhada pode ser substituída por:
A ( ) escondeu-se
B ( ) subiu
C ( ) pulou
D ( ) encolheu-se
4- Em “a raposa, desapontada, murmurou consigo” – a palavra sublinhada significa:
A ( ) disse em voz baixa
B ( ) falou disfarçadamente
C ( ) resmungou
D ( ) pensou
5- Em “Muito bem! – exclamou o galo.”- a palavra sublinhada significa:
A ( )falar em voz alta e com admiração.
B ( ) falar em tom de censura.
C ( ) falar demonstrando aprovação.
D ( ) falar em tom autoritário.
6- Em “Que beleza vai ficar o mundo, limpo de guerras” – a expressão sublinhada equivale a:
A ( ) entre as
B ( ) apesar das
C ( ) longe das
D ( ) sem as
7- Em “... e tratou de por a fresco”, a expressão sublinhada quer dizer:
A ( ) ir para um lugar que não faça tanto calor.
B ( ) sair para o ar livre.
C ( ) ir saindo.
D ( ) colocar-se a salvo.
8- Em “E raspou-se” significa:
A ( ) saiu calmamente.
B ( ) saiu precipitadamente.
C ( ) escondeu-se.
D ( ) feriu-se.
9- Quando o galo se empoleirou na arvore, a raposa ficou:
A ( ) zangada.
B ( ) decepcionada.
C ( ) indiferente.
D ( ) contente.
10-A respeito da atitude do galo, a raposa pensou consigo mesma – “Deixe estar, seu malandro, que já te curo!” – Isso significa que ela pensou em:
A ( ) aliviar o sofrimento do galo.
B ( ) dar uma lição no galo.
C ( ) cozinhar o galo.
D ( ) fazer amizade com o galo.
11- Ao dizer “Que beleza vai ficar o mundo, limpo de guerras, crueldades e traições!” – o galo se refere às:
A ( ) desavenças ocorridas entre os homens.
B ( ) brigas entre ele e a raposa.
C ( ) crueldade cometida pela raposa em relação a seus amigos.
D ( ) desavenças que houve no reino animal.
12- A raposa é tida como um animal muito assustado, esperto. Nessa fabula, a raposa mostrou-se:
A ( ) mais esperta do que o galo.
B ( ) menos esperta do que o galo.
C ( ) tão esperta quanto o galo.
D ( ) muito esperta, alem de corajosa e brincalhona.
13- O nome Co-ri-có-có, usado pela raposa em referencia ao galo, relaciona se:
A ( ) ao canto do galo.
B ( ) à raça do galo.
C ( ) à cor do galo.
D ( ) ao físico do galo.
Um blog para servir como suporte para professores de 5º ano com atividades direcionadas e trabalhadas junto ao spaece. Sejam Bem Vindos ao Blog!!!!!
domingo, 26 de setembro de 2010
TEXTOS E ATIVIDADES.
A MENINA QUE FEZ A AMÈRICA
Eu vou morrer um dia, porque tudo que nasce também morre: bicho, planta, mulher, homem. Mas histórias podem durar depois de nós. Basta que sejam postas em folhas de papel e que suas letras mortas sejam ressuscitadas por olhos que saibam ler. Por isso, aqui está para vocês o papel da minha história: uma vida-menina para as meninas-dos-seus-olhos.
Vou contar…
Eu nasci no ano de 1890, numa pequena aldeia da Calábria, ao sul da Itália. E onde fica a Itália?… É só olhar um mapa da Europa e procurar uma terra em forma de bota, que dá um pontapé no Mar Mediterrâneo e um chute de calcanhar no Mar Adriático.
É lá.
Lá, nessa terra entre mares, foi que eu nasci num dia de inverno, quando as flores silvestres que perfumavam o ar puro dos campos da minha aldeia estavam à espera do florescer da primavera. Saracema: este era o nome do lugar pequenino onde eu nasci. Eu disse “era”, embora o lugar ainda existia e tenha crescido, como eu também cresci. Mas, como nunca mais voltei para lá, acho que não pode se mais o mesmo que conheci e onde vivi até os dez anos de idade. A Saracena de 1890 era aquela sem a comunicação do telefone, os sons do rádio e as imagens da televisão nas casas; sem o eco dos carros e das motocicletas nas estradas ou o ronco dos aviões sobre telhados. A música que andava no ar, nos tempos da minha infância, vinha do canto dos pássaros, do chiar das rodas das carroças, das batidas dos cascos dos cavalos, do burburinho do risco das crianças e do lamento dos sinais das igrejas. Essa era a voz da terra onde começava a minha vida e terminava o meu mundo.
Nunca cheguei a conhecer meu pai, Domenico Gallo. Só em retrato: um homem alto, bonito, de finos bigodes. Dizem que ele ficou muito feliz quando eu e meu irmãozinho Caetano nascemos. Ah, esqueci de dizer que meu nome é Fortunata e que, quando menina, me chamavam de Fortunatella.
(Laurito, Ilka Brunhilde. A menina que fez a América. São Paulo, FTD)
1) Quando e onde a menina nasceu?
2) Até que idade ele viveu em Saracena?
3) Como a menina se chamava? Como a menina era chamada quando pequena?
4) Quem era Caetano e Domenico?
5) De que modo Fortunata conhecia seu pai?
6) Você acha que a menina teve uma infância feliz? Por quê
O preço de um cheiro
Um camponês foi à cidade vender seus produtos. Ao regressar, parou em uma pousada para descansar.
— O que deseja? — perguntou o dono, solícito.
— Um pouco de pão e vinho, por favor. Enquanto o dono atendia ao seu pedido, o camponês passou a observar o local. Havia no fogo uma carne que exalava um aroma irresistível. Ele ficou com vontade de saborear o assado, mas não tinha tanto dinheiro...
Depois de um momento o dono da pousada voltou para trazer-lhe o pão e o vinho. O camponês bebeu o vinho, mas seus olhos não desgrudavam da carne suculenta. De repente, ele teve uma idéia: colocar o pão no vapor que subia do assado, para umedecê-¬lo. No momento em que ia experimentar o pão, foi interrompido por um grito:
— Você se acha muito esperto, não é? — disse o dono, zangado. — Terá de me pagar por isso também!
— Eu não lhe devo nada além do pão e do vinho — disse o camponês surpreso.
— E o cheiro da carne, não custa? — retrucou o dono, zangado.
— O cheiro da carne? — repetiu o camponês, espantado.
— Mas isso não custa nada!
— Como não custa nada? Tudo o que existe aqui é meu, inclusive o cheiro do assado!
A discussão chamou a tenção de um freguês.
— Quanto você quer pelo cheiro do assado?
— Cinco moedas! — disse o dono, satisfeito.
—Tenha dó! — exclamou o camponês, tirando o dinheiro do bolso. — Isso é tudo que eu ganhei por um dia de trabalho...
O freguês pegou as moedas do camponês e sacudiu-as diante de todos.
— Ouviu isso? Pronto! Já está pago.
— Como assim, já está pago? — admirou-se o dono.
— Por acaso este pobre camponês comeu a carne? Não! Apenas sentiu o cheiro do assado. Para pagar pelo cheiro do assado basta o som moedas!
Diante da risada geral, o dono da pousada ficou sem razão e concordou em não cobrar nada do camponês. E pior: ainda fez papel de bobo!
1) Assinale a frase que apresenta o mesmo sentido de:
“A carne exalava um aroma irresistível.”
( ) A carne liberava um cheiro estranho.
( ) A carne liberava um odor insuportável.
( ) A carne liberava um odor agradável a que não se podia resistir.
2) O dono da pousada perguntou solicito: “O que deseja?” Sabendo que solícito significa prestativo, prestimoso, pronto para servir, assinale o tom de voz que ele usou.
( ) áspero
( ) rude
( ) educado
( ) grosseiro
3) Numere os fatos na ordem em que aconteceram.
( ) O freguês explica que o camponês pode pagar o cheiro com o barulho das moedas.
( ) O dono da pousada cobra pelo cheiro da carne e o camponês se recusa a pagá-lo.
( ) O camponês coloca seu pão no vapor que sobe da carne.
( ) Um freguês ouve a conversa entre os dois homens e sacode as moedas do camponês.
( ) O camponês sente cheiro de carne assada.
4) Responda:
a) É correto pagarmos pelo cheiro de algum alimento? Justifique.
b) E pelo aroma de um perfume, quando devemos pagar?
5) Com base no texto, faça um comentário sobre a atitude tomada pelo freguês que assistia à discussão do dono da pousada com o camponês.
6) Escreva ao lado de cada ação a que personagem se refere.
Defendeu o camponês
Atendeu o camponês
Chacoalhou as moedas
Colocou o pão no vapor
Cobrou pelo cheiro
Bebeu o vinho
7) Passe o 5º parágrafo para o plural.
8) Circule as 5 palavras escritas incorretamente e reescreva-as.
comfiança - omenagem - ombro - hoje - horário - herança - igiene - sonbrio - fugil - honra
9) Retire do 3º parágrafo três palavras com:
a) hiato:
b) ditongo:
10) Separe as sílabas das palavras abaixo e circule a tônica.
regressar: _________________________________________
interrompido: _______________________________________
desgrudavam: ______________________________________
refeição: __________________________________________
conheceu: ________________________________________
Eu vou morrer um dia, porque tudo que nasce também morre: bicho, planta, mulher, homem. Mas histórias podem durar depois de nós. Basta que sejam postas em folhas de papel e que suas letras mortas sejam ressuscitadas por olhos que saibam ler. Por isso, aqui está para vocês o papel da minha história: uma vida-menina para as meninas-dos-seus-olhos.
Vou contar…
Eu nasci no ano de 1890, numa pequena aldeia da Calábria, ao sul da Itália. E onde fica a Itália?… É só olhar um mapa da Europa e procurar uma terra em forma de bota, que dá um pontapé no Mar Mediterrâneo e um chute de calcanhar no Mar Adriático.
É lá.
Lá, nessa terra entre mares, foi que eu nasci num dia de inverno, quando as flores silvestres que perfumavam o ar puro dos campos da minha aldeia estavam à espera do florescer da primavera. Saracema: este era o nome do lugar pequenino onde eu nasci. Eu disse “era”, embora o lugar ainda existia e tenha crescido, como eu também cresci. Mas, como nunca mais voltei para lá, acho que não pode se mais o mesmo que conheci e onde vivi até os dez anos de idade. A Saracena de 1890 era aquela sem a comunicação do telefone, os sons do rádio e as imagens da televisão nas casas; sem o eco dos carros e das motocicletas nas estradas ou o ronco dos aviões sobre telhados. A música que andava no ar, nos tempos da minha infância, vinha do canto dos pássaros, do chiar das rodas das carroças, das batidas dos cascos dos cavalos, do burburinho do risco das crianças e do lamento dos sinais das igrejas. Essa era a voz da terra onde começava a minha vida e terminava o meu mundo.
Nunca cheguei a conhecer meu pai, Domenico Gallo. Só em retrato: um homem alto, bonito, de finos bigodes. Dizem que ele ficou muito feliz quando eu e meu irmãozinho Caetano nascemos. Ah, esqueci de dizer que meu nome é Fortunata e que, quando menina, me chamavam de Fortunatella.
(Laurito, Ilka Brunhilde. A menina que fez a América. São Paulo, FTD)
1) Quando e onde a menina nasceu?
2) Até que idade ele viveu em Saracena?
3) Como a menina se chamava? Como a menina era chamada quando pequena?
4) Quem era Caetano e Domenico?
5) De que modo Fortunata conhecia seu pai?
6) Você acha que a menina teve uma infância feliz? Por quê
O preço de um cheiro
Um camponês foi à cidade vender seus produtos. Ao regressar, parou em uma pousada para descansar.
— O que deseja? — perguntou o dono, solícito.
— Um pouco de pão e vinho, por favor. Enquanto o dono atendia ao seu pedido, o camponês passou a observar o local. Havia no fogo uma carne que exalava um aroma irresistível. Ele ficou com vontade de saborear o assado, mas não tinha tanto dinheiro...
Depois de um momento o dono da pousada voltou para trazer-lhe o pão e o vinho. O camponês bebeu o vinho, mas seus olhos não desgrudavam da carne suculenta. De repente, ele teve uma idéia: colocar o pão no vapor que subia do assado, para umedecê-¬lo. No momento em que ia experimentar o pão, foi interrompido por um grito:
— Você se acha muito esperto, não é? — disse o dono, zangado. — Terá de me pagar por isso também!
— Eu não lhe devo nada além do pão e do vinho — disse o camponês surpreso.
— E o cheiro da carne, não custa? — retrucou o dono, zangado.
— O cheiro da carne? — repetiu o camponês, espantado.
— Mas isso não custa nada!
— Como não custa nada? Tudo o que existe aqui é meu, inclusive o cheiro do assado!
A discussão chamou a tenção de um freguês.
— Quanto você quer pelo cheiro do assado?
— Cinco moedas! — disse o dono, satisfeito.
—Tenha dó! — exclamou o camponês, tirando o dinheiro do bolso. — Isso é tudo que eu ganhei por um dia de trabalho...
O freguês pegou as moedas do camponês e sacudiu-as diante de todos.
— Ouviu isso? Pronto! Já está pago.
— Como assim, já está pago? — admirou-se o dono.
— Por acaso este pobre camponês comeu a carne? Não! Apenas sentiu o cheiro do assado. Para pagar pelo cheiro do assado basta o som moedas!
Diante da risada geral, o dono da pousada ficou sem razão e concordou em não cobrar nada do camponês. E pior: ainda fez papel de bobo!
1) Assinale a frase que apresenta o mesmo sentido de:
“A carne exalava um aroma irresistível.”
( ) A carne liberava um cheiro estranho.
( ) A carne liberava um odor insuportável.
( ) A carne liberava um odor agradável a que não se podia resistir.
2) O dono da pousada perguntou solicito: “O que deseja?” Sabendo que solícito significa prestativo, prestimoso, pronto para servir, assinale o tom de voz que ele usou.
( ) áspero
( ) rude
( ) educado
( ) grosseiro
3) Numere os fatos na ordem em que aconteceram.
( ) O freguês explica que o camponês pode pagar o cheiro com o barulho das moedas.
( ) O dono da pousada cobra pelo cheiro da carne e o camponês se recusa a pagá-lo.
( ) O camponês coloca seu pão no vapor que sobe da carne.
( ) Um freguês ouve a conversa entre os dois homens e sacode as moedas do camponês.
( ) O camponês sente cheiro de carne assada.
4) Responda:
a) É correto pagarmos pelo cheiro de algum alimento? Justifique.
b) E pelo aroma de um perfume, quando devemos pagar?
5) Com base no texto, faça um comentário sobre a atitude tomada pelo freguês que assistia à discussão do dono da pousada com o camponês.
6) Escreva ao lado de cada ação a que personagem se refere.
Defendeu o camponês
Atendeu o camponês
Chacoalhou as moedas
Colocou o pão no vapor
Cobrou pelo cheiro
Bebeu o vinho
7) Passe o 5º parágrafo para o plural.
8) Circule as 5 palavras escritas incorretamente e reescreva-as.
comfiança - omenagem - ombro - hoje - horário - herança - igiene - sonbrio - fugil - honra
9) Retire do 3º parágrafo três palavras com:
a) hiato:
b) ditongo:
10) Separe as sílabas das palavras abaixo e circule a tônica.
regressar: _________________________________________
interrompido: _______________________________________
desgrudavam: ______________________________________
refeição: __________________________________________
conheceu: ________________________________________
FÁBULAS
A Galinha e os Ovos de Ouro
Um camponês e sua esposa possuíam uma galinha, que todo dia sem falta, botava um ovo de ouro. Supondo que dentro dela deveria haver uma grande quantidade de ouro, eles então a sacrificam, para enfim pegar tudo de uma só vez. Então, para surpresa dos dois, viram que a ave, em nada era diferente das outras galinhas. Assim, o casal de tolos, desejando enriquecer de uma só vez, acaba por perder o ganho diário que já tinham assegurado.
Autor: Esopo
Moral da História: Quem tudo quer tudo perde.
Questões Sobre a Fábula
1. Que tipo de benefício proporcionava a Galinha todos os dias para seus donos?
2. Por que os camponeses resolveram sacrificar a Galinha? Eles lucraram com isso?
3. Você é capaz de dizer qual o sentimento que motivou os camponeses a sacrificarem o animal?
4. Você seria capaz de descrever, com suas palavras, o significado da Moral da Fábula?
A Águia e a Gralha
Uma Águia, saindo do seu ninho no alto de um penhasco, capturou uma ovelha e a levou presa às suas fortes garras. Uma Gralha, que testemunhara a tudo, tomada de inveja, decidiu que poderia fazer a mesma coisa. Ela então voou para alto e tomou impulso, e com grande velocidade, atirou-se sobre uma ovelha, com a intenção de também carregá-la presa às suas garras. Ocorre que estas acabaram por ficar embaraçadas no espesso manto de lã da Ovelha, e isso a impediu inclusive de soltar-se, embora o tentasse com todas as suas forças. O Pastor das ovelhas, vendo o que estava acontecendo, capturou-a. Feito isso, cortou suas penas, de modo que não pudesse mais voar. À noite a levou para casa, e entregou como brinquedo para seus filhos. “Que pássaro engraçado é esse?”, perguntou um deles.“Ele é uma Gralha meus filhos. Mas se você lhe perguntar, ele dirá que é uma Águia.”
Autor: Esopo
Moral da História: Não devemos permitir que a ambição nos conduza para além dos nossos limites.
Questões Sobre a Fábula
1. Que tipo de sentimento humano quis o autor representar na fábula?
2. A Gralha foi bem sucedida ao tentar imitar a Águia? Na sua opinião, Por quê?
3. Você seria capaz de descrever, com suas palavras, o significado da Moral da Fábula?
O Mosquito e o Touro
Um Mosquito que estava voando, a zunir em volta da cabeça de um Touro, depois de um longo tempo, pousou em seu chifre, e pedindo perdão pelo incômodo que supostamente lhe causava, disse: “Mas, se, no entanto, meu peso incomoda o senhor, por favor é só dizer, e eu irei imediatamente embora!” Ao que lhe respondeu o Touro: “Oh, nenhum incômodo há para mim! Tanto faz você ir ou ficar, e, para falar a verdade, nem sabia que você estava em meu chifre.”Com freqüência, diante de nossos olhos, julgamos-nos o centro das atenções e deveras importantes, bem mais do que realmente somos diante dos olhos do outros.
Autor: Esopo
Moral da História: Quanto menor a mente, maior a presunção.
Questões Sobre a Fábula
1. Ao pousar sobre o chifre do Touro, por que o Mosquito julgou que o estivesse incomodando?
2. Sentiu-se o Touro incomodado com a presença do mesmo?
3. Queria o Autor representar para nós, através da fábula, algum sentimento próprio da natureza humana? Supondo que essa fosse sua intenção, na sua opinião, qual seria este sentimento?
4. Você seria capaz de descrever, com suas palavras, o significado da Moral da Fábula?
Os Viajantes e a Bolsa de Moedas
Dois homens viajavam juntos ao longo de uma estrada, quando um deles encontrou uma bolsa cheia de alguma coisa. E ele disse: “Veja que sorte a minha, encontrei uma bolsa, e a julgar pelo peso, deve estar cheia de moedas de ouro.” E lhe diz o companheiro: “Não diga encontrei uma bolsa; mas, nós encontramos uma bolsa, e quanta sorte temos. Amigos de viagem devem compartilhar as tristezas e alegrias da estrada.” O “sortudo”, claro, se nega a dividir o achado. Então escutam gritos de: “Pega ladrão!”, vindo de um grupo de homens armados com porretes, que se dirigem, estrada abaixo, na direção deles. O viajante “sortudo”, logo entra em pânico, e diz. “Estamos perdidos se encontrarem essa bolsa conosco.” Replica o outro: “Você não disse ‘nós’ antes. Assim, agora fique com o que é seu e diga, ‘Eu estou perdido’.”
Autor: Esopo
Moral da História: Não devemos exigir que alguém compartilhe conosco as desventuras, quando não lhes compartilhamos também as nossas alegrias.
Questões Sobre a Fábula
1. Ao encontrarem a bolsa com moedas à beira da estrada, os dois viajantes, entre si, resolveram compartilhar do achado?
2. Na sua opinião, os dois viajantes eram amigos?
3. O autor tenta simbolizar para nós algum sentimento humano a partir da parábola? Você saberia identificar qual seria, caso houvesse, esse sentimento?
4. Você seria capaz de descrever, com suas palavras, o significado da Moral da Fábula?
A Formiga e a Pomba
Uma Formiga foi à margem do rio para beber água, e sendo arrastada pela forte correnteza, estava prestes a se afogar. Uma Pomba, que estava numa árvore sobre a água observando a tudo, arranca uma folha e a deixa cair na correnteza perto da mesma. Subindo na folha a Formiga flutua em segurança até a margem. Eis que pouco tempo depois, um caçador de pássaros, oculto pelas folhas da árvore, se prepara para capturar a Pomba, colocando visgo no galho onde ela repousa, sem que a mesma perceba o perigo. A Formiga, percebendo sua intenção, dá-lhe uma ferroada no pé. Do susto, ele deixa cair sua armadilha de visgo, e isso dá chance para que a Pomba desperte e voe para longe, a salvo.
Autor: Esopo
Moral da História: Nenhum ato de boa vontade ou gentileza é coisa em vão.
Questões Sobre a Fábula
1. Você é capaz de identificar quais os tipos de sentimentos que o autor tenta representar na fábula?
2. Por que a Pomba resolveu ajudar a Formiga? Como foi que ela ajudou?
3. O que a Formiga fez para retribuir o favor recebido? O que aconteceu depois?
4. Você seria capaz de descrever, com suas palavras, o significado da Moral da Fábula?
A Lebre e a Tartaruga
Um dia, uma Lebre ridicularizou as pernas curtas e a lentidão da Tartaruga. A Tartaruga sorriu e disse: "Pensa você ser rápida como o vento; Mas Eu a venceria numa corrida." A Lebre claro, considerou sua afirmação algo impossível, e aceitou o desafio. Convidaram então a Raposa, para servir de juiz, escolher o trajeto e o ponto de chegada. E no dia marcado, do ponto inicial, partiram juntos. A Tartaruga, com seu passo lento, mas firme, determinada, em momento algum, parou de caminhar. Mas a Lebre, confiante de sua velocidade, despreocupada com a corrida, deitou à margem da estrada para um rápido cochilo. Ao despertar, embora corresse o mais rápido que pudesse, não mais conseguiu alcançar a Tartaruga, que já cruzara a linha de chegada, e agora descansava tranqüila num canto.
Autor: Esopo
Moral da História: Ao trabalhador que realiza seu trabalho com zelo e persistência, sempre o êxito o espera.
Questões Sobre a Fábula
1. Na sua opinião, Por que a lebre aceitou o desafio da Tartaruga?
2. O que aconteceu depois que os dois competidores partiram
do ponto inicial?
3. Você consegue relatar alguma situação da vida real que se assemelhe ao exemplo da fábula?
4. Você seria capaz de descrever, com suas palavras, o significado da Moral da Fábula?
Um camponês e sua esposa possuíam uma galinha, que todo dia sem falta, botava um ovo de ouro. Supondo que dentro dela deveria haver uma grande quantidade de ouro, eles então a sacrificam, para enfim pegar tudo de uma só vez. Então, para surpresa dos dois, viram que a ave, em nada era diferente das outras galinhas. Assim, o casal de tolos, desejando enriquecer de uma só vez, acaba por perder o ganho diário que já tinham assegurado.
Autor: Esopo
Moral da História: Quem tudo quer tudo perde.
Questões Sobre a Fábula
1. Que tipo de benefício proporcionava a Galinha todos os dias para seus donos?
2. Por que os camponeses resolveram sacrificar a Galinha? Eles lucraram com isso?
3. Você é capaz de dizer qual o sentimento que motivou os camponeses a sacrificarem o animal?
4. Você seria capaz de descrever, com suas palavras, o significado da Moral da Fábula?
A Águia e a Gralha
Uma Águia, saindo do seu ninho no alto de um penhasco, capturou uma ovelha e a levou presa às suas fortes garras. Uma Gralha, que testemunhara a tudo, tomada de inveja, decidiu que poderia fazer a mesma coisa. Ela então voou para alto e tomou impulso, e com grande velocidade, atirou-se sobre uma ovelha, com a intenção de também carregá-la presa às suas garras. Ocorre que estas acabaram por ficar embaraçadas no espesso manto de lã da Ovelha, e isso a impediu inclusive de soltar-se, embora o tentasse com todas as suas forças. O Pastor das ovelhas, vendo o que estava acontecendo, capturou-a. Feito isso, cortou suas penas, de modo que não pudesse mais voar. À noite a levou para casa, e entregou como brinquedo para seus filhos. “Que pássaro engraçado é esse?”, perguntou um deles.“Ele é uma Gralha meus filhos. Mas se você lhe perguntar, ele dirá que é uma Águia.”
Autor: Esopo
Moral da História: Não devemos permitir que a ambição nos conduza para além dos nossos limites.
Questões Sobre a Fábula
1. Que tipo de sentimento humano quis o autor representar na fábula?
2. A Gralha foi bem sucedida ao tentar imitar a Águia? Na sua opinião, Por quê?
3. Você seria capaz de descrever, com suas palavras, o significado da Moral da Fábula?
O Mosquito e o Touro
Um Mosquito que estava voando, a zunir em volta da cabeça de um Touro, depois de um longo tempo, pousou em seu chifre, e pedindo perdão pelo incômodo que supostamente lhe causava, disse: “Mas, se, no entanto, meu peso incomoda o senhor, por favor é só dizer, e eu irei imediatamente embora!” Ao que lhe respondeu o Touro: “Oh, nenhum incômodo há para mim! Tanto faz você ir ou ficar, e, para falar a verdade, nem sabia que você estava em meu chifre.”Com freqüência, diante de nossos olhos, julgamos-nos o centro das atenções e deveras importantes, bem mais do que realmente somos diante dos olhos do outros.
Autor: Esopo
Moral da História: Quanto menor a mente, maior a presunção.
Questões Sobre a Fábula
1. Ao pousar sobre o chifre do Touro, por que o Mosquito julgou que o estivesse incomodando?
2. Sentiu-se o Touro incomodado com a presença do mesmo?
3. Queria o Autor representar para nós, através da fábula, algum sentimento próprio da natureza humana? Supondo que essa fosse sua intenção, na sua opinião, qual seria este sentimento?
4. Você seria capaz de descrever, com suas palavras, o significado da Moral da Fábula?
Os Viajantes e a Bolsa de Moedas
Dois homens viajavam juntos ao longo de uma estrada, quando um deles encontrou uma bolsa cheia de alguma coisa. E ele disse: “Veja que sorte a minha, encontrei uma bolsa, e a julgar pelo peso, deve estar cheia de moedas de ouro.” E lhe diz o companheiro: “Não diga encontrei uma bolsa; mas, nós encontramos uma bolsa, e quanta sorte temos. Amigos de viagem devem compartilhar as tristezas e alegrias da estrada.” O “sortudo”, claro, se nega a dividir o achado. Então escutam gritos de: “Pega ladrão!”, vindo de um grupo de homens armados com porretes, que se dirigem, estrada abaixo, na direção deles. O viajante “sortudo”, logo entra em pânico, e diz. “Estamos perdidos se encontrarem essa bolsa conosco.” Replica o outro: “Você não disse ‘nós’ antes. Assim, agora fique com o que é seu e diga, ‘Eu estou perdido’.”
Autor: Esopo
Moral da História: Não devemos exigir que alguém compartilhe conosco as desventuras, quando não lhes compartilhamos também as nossas alegrias.
Questões Sobre a Fábula
1. Ao encontrarem a bolsa com moedas à beira da estrada, os dois viajantes, entre si, resolveram compartilhar do achado?
2. Na sua opinião, os dois viajantes eram amigos?
3. O autor tenta simbolizar para nós algum sentimento humano a partir da parábola? Você saberia identificar qual seria, caso houvesse, esse sentimento?
4. Você seria capaz de descrever, com suas palavras, o significado da Moral da Fábula?
A Formiga e a Pomba
Uma Formiga foi à margem do rio para beber água, e sendo arrastada pela forte correnteza, estava prestes a se afogar. Uma Pomba, que estava numa árvore sobre a água observando a tudo, arranca uma folha e a deixa cair na correnteza perto da mesma. Subindo na folha a Formiga flutua em segurança até a margem. Eis que pouco tempo depois, um caçador de pássaros, oculto pelas folhas da árvore, se prepara para capturar a Pomba, colocando visgo no galho onde ela repousa, sem que a mesma perceba o perigo. A Formiga, percebendo sua intenção, dá-lhe uma ferroada no pé. Do susto, ele deixa cair sua armadilha de visgo, e isso dá chance para que a Pomba desperte e voe para longe, a salvo.
Autor: Esopo
Moral da História: Nenhum ato de boa vontade ou gentileza é coisa em vão.
Questões Sobre a Fábula
1. Você é capaz de identificar quais os tipos de sentimentos que o autor tenta representar na fábula?
2. Por que a Pomba resolveu ajudar a Formiga? Como foi que ela ajudou?
3. O que a Formiga fez para retribuir o favor recebido? O que aconteceu depois?
4. Você seria capaz de descrever, com suas palavras, o significado da Moral da Fábula?
A Lebre e a Tartaruga
Um dia, uma Lebre ridicularizou as pernas curtas e a lentidão da Tartaruga. A Tartaruga sorriu e disse: "Pensa você ser rápida como o vento; Mas Eu a venceria numa corrida." A Lebre claro, considerou sua afirmação algo impossível, e aceitou o desafio. Convidaram então a Raposa, para servir de juiz, escolher o trajeto e o ponto de chegada. E no dia marcado, do ponto inicial, partiram juntos. A Tartaruga, com seu passo lento, mas firme, determinada, em momento algum, parou de caminhar. Mas a Lebre, confiante de sua velocidade, despreocupada com a corrida, deitou à margem da estrada para um rápido cochilo. Ao despertar, embora corresse o mais rápido que pudesse, não mais conseguiu alcançar a Tartaruga, que já cruzara a linha de chegada, e agora descansava tranqüila num canto.
Autor: Esopo
Moral da História: Ao trabalhador que realiza seu trabalho com zelo e persistência, sempre o êxito o espera.
Questões Sobre a Fábula
1. Na sua opinião, Por que a lebre aceitou o desafio da Tartaruga?
2. O que aconteceu depois que os dois competidores partiram
do ponto inicial?
3. Você consegue relatar alguma situação da vida real que se assemelhe ao exemplo da fábula?
4. Você seria capaz de descrever, com suas palavras, o significado da Moral da Fábula?
sábado, 25 de setembro de 2010
ATIVIDADE SOBRE PORCENTAGEM PARA 5° ANO
ATIVIDADES
1) Calcule e assinale na alternativa correta:
a) 25% de 120
• 20
• 30
• 40
b) 25% de 180
• 45
• 55
• 65
c) 50% de 100
• 35
• 45
• 50
d) 50% de 240
• 120
• 140
• 180
e) 50% 250
• 135
• 125
• 115
2)Da turma de 96 alunos da pequena escola de urna
comunidade no interior da Amazônia, 24 crianças tiveram
que abandonar a sala de aula vitimas de leishmaniose e
malária. O percentual de alunos que continuam a estudar
nessa escola é:
A) 12,5%
B) 25%
C) 37,5%
D) 50%
3) 50% de um número é 450, então o número é:
A) 900
B) 800
C) 500
D) 200
4) Numa cidade COM 50.000 habitantes, 25.000 habitantes têm menos de 40 anos de idade. Qual é a porcentagem dos que têm 40 anos ou mais?
A) 35%
B) 50%
C) 40%
D) 60%
1) Calcule e assinale na alternativa correta:
a) 25% de 120
• 20
• 30
• 40
b) 25% de 180
• 45
• 55
• 65
c) 50% de 100
• 35
• 45
• 50
d) 50% de 240
• 120
• 140
• 180
e) 50% 250
• 135
• 125
• 115
2)Da turma de 96 alunos da pequena escola de urna
comunidade no interior da Amazônia, 24 crianças tiveram
que abandonar a sala de aula vitimas de leishmaniose e
malária. O percentual de alunos que continuam a estudar
nessa escola é:
A) 12,5%
B) 25%
C) 37,5%
D) 50%
3) 50% de um número é 450, então o número é:
A) 900
B) 800
C) 500
D) 200
4) Numa cidade COM 50.000 habitantes, 25.000 habitantes têm menos de 40 anos de idade. Qual é a porcentagem dos que têm 40 anos ou mais?
A) 35%
B) 50%
C) 40%
D) 60%
ATIVIDADE DE MATEMÁTICA SOBRE FRAÇÕES.
1. Escreva por extenso:
6/11 –
5/3 –
8/5 –
9/22 –
3/10 –
2. Represente a fração indicada:
a) oito quinze avos –
b) sete quintos –
c) vinte e cinco décimos –
d) oito nonos –
e) três doze avos –
f) quatro vinte e nove avos –
3. Circule a fração correspondente
a) oito nonos: 9/8 – 10/9 – 8/9
b) doze vinte e dois avos: 22/12 – 12/22 – 1222/10
c) oito décimos: 8/10 – 10/8 – 8/0
d) oito doze avos: 12/8 – 12/10 – 8/12
4. Procure em jornais ou revistas gravuras de números e monte frações.
5. Escreva por extenso:
a) 1/3
b) 8/3
c) 2/3
d) 9/7
6. Procure em jornais ou revistas duas figuras que tenham o formato de quadrilátero, trapézio e
paralelograma.
7. Marque V ou F:
( ) Um polígono de 10 lados é chamado dezégano.
( ) Um polígono de oito lados é chamado octágono.
( ) Um polígono de nove lados é chamado Eneágono.
( ) Pentágono é o nome do polígono de seis lados.
8. Observe a receita abaixo e circule os números fracionários que aparecem:
Bolo de chocolate:
3 ovos
1 e 1/2 xícara (chá) de açúcar
2 xícaras e ½ (chá) farinha de trigo
1 xícara (chá) de chocolate em pó ou achocolatado
1/2 xícara (chá) de óleo
1 colher (sopa) de fermento em pó
1 pitada de sal
1 xícara (chá) de água quente
Cobertura:
4 colheres (sopa) de leite
1/2 xícara (chá) de chocolate em pó
1 colher (sopa) de manteiga
1 xícara (chá) de açúcar
RESPOSTAS:
1. 6/11 – seis onze avos
5/3 – cinco terços
8/5 - oito quintos
9/22 - nove e vinte e dois avos
3/10 - três décimos
2. a) oito quinze avos – 8/15
b) sete quintos – 7/5
c) vinte e cinco décimos – 25/10
d) oito nonos- 8/9
e) três doze avos – 3/12
f) quatro vinte e nove avos- 4/29
3. a) 8/9
b) 12/22
c) 8/10
d) 8/12
4. Resposta pessoal.
5. a) um terço
b) oito terços
c) dois terços
d) nove sétimos
e) cinco oitavos
f) três sextos
g) sete quartos
6. Resposta pessoal.
7. F - V - V - F.
8. Bolo de chocolate:
3 ovos
1 e 1/2 xícara ( chá ) de açúcar
2 xícaras e ½ ( chá ) farinha de trigo
1 xícara ( chá ) de chocolate em pó ou achocolatado
1/2 xícara ( chá ) de óleo
1 colher ( sopa ) de fermento em pó
1 pitada de sal
1 xícara ( chá ) de água quente
Cobertura:
4 colheres ( sopa ) de leite
1/2 xícara ( chá ) de chocolate em pó
1 colher ( sopa ) de manteiga
1 xícara ( chá ) de açúcar
6/11 –
5/3 –
8/5 –
9/22 –
3/10 –
2. Represente a fração indicada:
a) oito quinze avos –
b) sete quintos –
c) vinte e cinco décimos –
d) oito nonos –
e) três doze avos –
f) quatro vinte e nove avos –
3. Circule a fração correspondente
a) oito nonos: 9/8 – 10/9 – 8/9
b) doze vinte e dois avos: 22/12 – 12/22 – 1222/10
c) oito décimos: 8/10 – 10/8 – 8/0
d) oito doze avos: 12/8 – 12/10 – 8/12
4. Procure em jornais ou revistas gravuras de números e monte frações.
5. Escreva por extenso:
a) 1/3
b) 8/3
c) 2/3
d) 9/7
6. Procure em jornais ou revistas duas figuras que tenham o formato de quadrilátero, trapézio e
paralelograma.
7. Marque V ou F:
( ) Um polígono de 10 lados é chamado dezégano.
( ) Um polígono de oito lados é chamado octágono.
( ) Um polígono de nove lados é chamado Eneágono.
( ) Pentágono é o nome do polígono de seis lados.
8. Observe a receita abaixo e circule os números fracionários que aparecem:
Bolo de chocolate:
3 ovos
1 e 1/2 xícara (chá) de açúcar
2 xícaras e ½ (chá) farinha de trigo
1 xícara (chá) de chocolate em pó ou achocolatado
1/2 xícara (chá) de óleo
1 colher (sopa) de fermento em pó
1 pitada de sal
1 xícara (chá) de água quente
Cobertura:
4 colheres (sopa) de leite
1/2 xícara (chá) de chocolate em pó
1 colher (sopa) de manteiga
1 xícara (chá) de açúcar
RESPOSTAS:
1. 6/11 – seis onze avos
5/3 – cinco terços
8/5 - oito quintos
9/22 - nove e vinte e dois avos
3/10 - três décimos
2. a) oito quinze avos – 8/15
b) sete quintos – 7/5
c) vinte e cinco décimos – 25/10
d) oito nonos- 8/9
e) três doze avos – 3/12
f) quatro vinte e nove avos- 4/29
3. a) 8/9
b) 12/22
c) 8/10
d) 8/12
4. Resposta pessoal.
5. a) um terço
b) oito terços
c) dois terços
d) nove sétimos
e) cinco oitavos
f) três sextos
g) sete quartos
6. Resposta pessoal.
7. F - V - V - F.
8. Bolo de chocolate:
3 ovos
1 e 1/2 xícara ( chá ) de açúcar
2 xícaras e ½ ( chá ) farinha de trigo
1 xícara ( chá ) de chocolate em pó ou achocolatado
1/2 xícara ( chá ) de óleo
1 colher ( sopa ) de fermento em pó
1 pitada de sal
1 xícara ( chá ) de água quente
Cobertura:
4 colheres ( sopa ) de leite
1/2 xícara ( chá ) de chocolate em pó
1 colher ( sopa ) de manteiga
1 xícara ( chá ) de açúcar
Texto: A bicharada atrapalhada.
A BICHARADA ATRAPALHADA
Num lugar muito distante
Atrás do morro molhado
Existe uma floresta
Onde tudo é trocado.
Os animais são diferentes
Nunca vi nenhum igual
E todos vivem contentes
Pois acham tudo normal.
A zebra é toda pintada
E a girafa listrada
O macaco não tem cauda
O elefante é bem magro.
A onça anda bem devagar
O hipopótamo corre sem parar
O coelho anda se arrastando
E a tartaruga saltando.
Papagaio não sabe falar
E o pavão vive a tagarelar
Os peixes sabem voar
E os passarinhos a nadar.
Avestruz não sabe correr
A coruja pode morder
O pato sabe cacarejar
E a cigarra vive a piar.
Quem por ali passar
Vai ficar admirado
De ver que numa floresta
Só tem bicho atrapalhado.
Solange Valadares
ATIVIDADES
1- Onde acontece a história?
2-Por que na floresta tudo é diferente?
3-O que vai acontecer se alguém passar por lá ?
4- Qual o feminino de :
macaco:
coelha:
pavão:
5- O texto é:
( ) poesia
( ) informativo
( ) narrativo
6- Qual é o título do texto?
7- Escreva as palavras do texto que rimam com:
molhado
diferentes
pintada
voar
correr
8- Coloque em ordem alfabética as palavras abaixo:
zebra-girafa-macaco-elefante-pavão-coelho-tartaruga-peixes-passarinhos-avestruz-coruja
9- Complete de acordo com o texto:
nº de versos:
nº de estrofes:
10- Retire do texto:
um substantivo
um adjetivo
uma palavra dissílaba
uma palavra oxítona:
um verbo
Num lugar muito distante
Atrás do morro molhado
Existe uma floresta
Onde tudo é trocado.
Os animais são diferentes
Nunca vi nenhum igual
E todos vivem contentes
Pois acham tudo normal.
A zebra é toda pintada
E a girafa listrada
O macaco não tem cauda
O elefante é bem magro.
A onça anda bem devagar
O hipopótamo corre sem parar
O coelho anda se arrastando
E a tartaruga saltando.
Papagaio não sabe falar
E o pavão vive a tagarelar
Os peixes sabem voar
E os passarinhos a nadar.
Avestruz não sabe correr
A coruja pode morder
O pato sabe cacarejar
E a cigarra vive a piar.
Quem por ali passar
Vai ficar admirado
De ver que numa floresta
Só tem bicho atrapalhado.
Solange Valadares
ATIVIDADES
1- Onde acontece a história?
2-Por que na floresta tudo é diferente?
3-O que vai acontecer se alguém passar por lá ?
4- Qual o feminino de :
macaco:
coelha:
pavão:
5- O texto é:
( ) poesia
( ) informativo
( ) narrativo
6- Qual é o título do texto?
7- Escreva as palavras do texto que rimam com:
molhado
diferentes
pintada
voar
correr
8- Coloque em ordem alfabética as palavras abaixo:
zebra-girafa-macaco-elefante-pavão-coelho-tartaruga-peixes-passarinhos-avestruz-coruja
9- Complete de acordo com o texto:
nº de versos:
nº de estrofes:
10- Retire do texto:
um substantivo
um adjetivo
uma palavra dissílaba
uma palavra oxítona:
um verbo
Texto: A onça e o sapo.
NOME:____________________________DATA:________
PROFESSORA:_______________________SÉRIE______
Leitura e Interpretação de texto
LEIA O TEXTO COM ATENÇÃO:
A ONÇA E O SAPO
UM DIA , O SAPO ESTAVA À BEIRA DA LAGOA E CHEGOU A ONÇA.
__ NUNCA VI BICHO TÃO FEIO E PEQUENO !
__ DONA ONÇA, EU SEI QUE SOU FEIO E PEQUENO , MAS SOU MUITO VALENTE.
__ AH ! ENTÃO VOCÊ É VALENTE ? VAMOS VER QUEM ASSUSTA MAIS OS BICHOS DA FLORESTA!
A ONÇA URROU O MAIS QUE PÔDE. A BICHARADA TODA ESCONDEU-SE NO MATO.
__AGORA , SAPO, É A SUA VEZ. VAMOS, COAXE !
O SAPO ENTÃO COAXOU.
IMEDIATAMENTE, RÃS, PERERECAS, JIAS E OUTROS SAPOS FIZERAM CORO.
A ONÇA LEVOU TAMANHO SUSTO QUE ATÉ HOJE ESTÁ CORRENDO PELA FLORESTA.
LIDIA M. MORAES
RESPONDA DE ACORDO COM O TEXTO:
1)- QUAL O TÍTULO DA HISTÓRIA?
R:_________________________________________
2)- QUAIS ERAM OS PERSONAGENS PRINCIPAIS?
R:_________________________________________
3)- A ONÇA DISSE QUE O SAPO ERA:
R:__________________________________________
4)- QUAL DESAFIO A ONÇA FEZ AO SAPO?
R:_____________________________________________________________________________________________
5)- NO FIM O QUE ACONTECEU COM A ONÇA?
R:_____________________________________________________________________________________________
6)- PROCURE NO TEXTO :
• UMA PALAVRA QUE INICIA COM A LETRA H : _____________________
• DUAS PALAVRAS COM CH ________________________________________
7)- PENSE EM OUTRO FINAL PARA A HISTÓRIA E ESCREVA ABAIXO:
8) - ILUSTRE A HISTÓRIA
PROFESSORA:_______________________SÉRIE______
Leitura e Interpretação de texto
LEIA O TEXTO COM ATENÇÃO:
A ONÇA E O SAPO
UM DIA , O SAPO ESTAVA À BEIRA DA LAGOA E CHEGOU A ONÇA.
__ NUNCA VI BICHO TÃO FEIO E PEQUENO !
__ DONA ONÇA, EU SEI QUE SOU FEIO E PEQUENO , MAS SOU MUITO VALENTE.
__ AH ! ENTÃO VOCÊ É VALENTE ? VAMOS VER QUEM ASSUSTA MAIS OS BICHOS DA FLORESTA!
A ONÇA URROU O MAIS QUE PÔDE. A BICHARADA TODA ESCONDEU-SE NO MATO.
__AGORA , SAPO, É A SUA VEZ. VAMOS, COAXE !
O SAPO ENTÃO COAXOU.
IMEDIATAMENTE, RÃS, PERERECAS, JIAS E OUTROS SAPOS FIZERAM CORO.
A ONÇA LEVOU TAMANHO SUSTO QUE ATÉ HOJE ESTÁ CORRENDO PELA FLORESTA.
LIDIA M. MORAES
RESPONDA DE ACORDO COM O TEXTO:
1)- QUAL O TÍTULO DA HISTÓRIA?
R:_________________________________________
2)- QUAIS ERAM OS PERSONAGENS PRINCIPAIS?
R:_________________________________________
3)- A ONÇA DISSE QUE O SAPO ERA:
R:__________________________________________
4)- QUAL DESAFIO A ONÇA FEZ AO SAPO?
R:_____________________________________________________________________________________________
5)- NO FIM O QUE ACONTECEU COM A ONÇA?
R:_____________________________________________________________________________________________
6)- PROCURE NO TEXTO :
• UMA PALAVRA QUE INICIA COM A LETRA H : _____________________
• DUAS PALAVRAS COM CH ________________________________________
7)- PENSE EM OUTRO FINAL PARA A HISTÓRIA E ESCREVA ABAIXO:
8) - ILUSTRE A HISTÓRIA
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